domingo, fevereiro 22, 2009

Destaque

Destaque



É já no próximo dia 14 de Março, no auditório sito ao Campo Grande 56, na cidade de Lisboa, que será realizado o primeiro evento da nossa Editora Temas Originas.

Com a ampla necessidade de dar visibilidade aos novos valores da escrita nacional, nos mais díspares géneros literários, a nossa Editora acompanhará estes novos Autores com enorme carinho, numa parceria que se pretende sólida e de grande dinâmica.

Num projecto que ambiciona ser uma verdadeira “Casa de Autores” bem referenciada e respeitada, onde se pensa especialmente no Autor e no Leitor.

Em breve anunciaremos os nomes dos primeiros Autores desta casa e as suas obras. Queremos que esteja presente neste dia emblemático, por isso, solicitamos que guarde este dia, tarde/noite, para usufruir e testemunhar bons momentos de literatura e convívio de Poetas.

A Editora

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Temas Originais - Editora


Caros Autores,

A 5 de Fevereiro último nasceu a TEMAS ORIGINAIS, LDA. Pretendemos ser, não mais uma Editora no mercado, mas uma verdadeira Casa de Autores. É nosso intuito editar os mais díspares géneros literários; dar corpo à voz ímpar de cada um que, por nós, decida publicar. Contacte-nos, envie-nos uma obra que considere definitiva e que queira ver editada e saiba como.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Os editores

TEMAS ORIGINAIS, LDA
Rua de Vilar, 74 – 2.º - 4050-625 PORTO
DELEGAÇÕES EM: Coimbra, Lisboa e Porto
E-mail: temas.originais@gmail.com
Blogue: http://temasoriginais.blogspot.com

terça-feira, setembro 16, 2008

segunda-feira, março 10, 2008

Entrevista de Paulo Afonso no Luso - Poemas


O destaque de Luso-Poemas para o mês de Março é o Paulo Afonso. Não por ser administrador do Luso (de facto, por sê-lo esteve para não ser o escolhido), não por ser amigo de ninguém em particular mas por ser amigo de todos de forma desinteressada e fácil.

Sem querermos cair no elogio fácil, devemos dizer que o Paulo Afonso é, indiscutivelmente, uma figura incontornável deste sítio, tanto pela sua escrita como pela sua postura correcta e conciliadora. Se tivéssemos que sublinhar as suas maiores qualidades, essas seriam, garantidamente, o voluntarismo, a correcção e a grande capacidade para ouvir/ler. Estas qualidades humanas aparecem fortemente imprimidas na sua escrita.
Quem lê o Paulo Afonso, atesta facilmente esta verdade.

Nesta entrevista introduz-se uma nova nuance. A partir de agora, para além dos elementos usuais em cada entrevista, passará a haver um entrevistador Luso ou Lusa convidado. O primeiro nessa qualidade é uma primeira. A Rosa Maria.

Ficamos, então, com uma pequena biografia do Paulo e com a conversa que tivemos com ele.

Auto-biografia

Paulo Jorge Afonso Ramos nasceu na Maternidade Alfredo da Costa em Lisboa, ao vigésimo quinto dia de Fevereiro decorria ano de 1966. Viveu em Alcântara até aos 3 anos, altura em que foi viver para África. A sua infância foi passada em Moçambique. Voltou para Portugal e viveu nos Olivais Sul onde começou a sua viagem pela escrita aos 10 anos de idade.
Só no ano de 2001 (Maio) começou a publicar poesia através da Editora Minerva, onde participou na Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea – “Poiesis” Volume V.
Participou ainda neste projecto “Poiesis” nos Volumes VII – (Maio 2002) e no Volume VIII – (Dezembro 2002).
Mas foi no ano de 2006 que concretizou o seu grande sonho, ao ver o nascimento do seu primeiro livro de poesia, editado pela Edições Ecopy com o nome de “Vinte e Cinco Minutos de Fantasia”. Este livro reflecte o seu olhar pelo amor, pelos sentimentos e pelas pessoas em forma de poesia.

Escreve com assiduidade no seu blog http://poesiadepauloafonso.blogspot.com/


Entrevista

Rosa Maria - Olá Paulo. Não queria começar a falar do poeta. Queria saber do Paulo enquanto Homem romântico, sensível e sonhador que parece transparecer na tua poesia.
Paulo Afonso - Bem, não sendo Poeta, acho-me um pouco romântico e muito sensível. Sonhador sou demais, talvez por ser do signo peixes. Mas gosto do que sou. Pois sinto-me de bem com a vida.

Vanda - Ainda te lembras da 1ª vez que escreveste? Como foi?
Paulo - Tinha pouco mais de 10 anos. Tímido e inseguro e com necessidade de desabafar encontrei no papel a forma ideal de o fazer, depois escondia o que escrevia como se de um tesouro se tratasse. Mas por pura timidez …

Vera Silva - Nasceste para a poesia muito criança ainda e, descobriste, pelo que vemos nas tuas publicações no Luso-Poemas, a prosa muito mais tarde. Como aconteceu essa descoberta e em qual delas te sentes mais à vontade?
Paulo - De facto sempre escrevi poesia. Tinha um medo enorme de escrever de outra forma. Só no ano passado e no Luso–poemas comecei a arriscar a prosa em pequenos textos. Os incentivos foram chegando e comecei a escrever mais vezes. Hoje, por incrível que pareça, sinto-me mais à vontade na prosa e, esse facto, devo-o ao Luso e aos Lusos que amavelmente comentam os meus textos…

TrabisDeMentia - Olá Paulo, o Luso tem um efeito relaxante mesmo. Mas também é verdade que ele te tem dado algumas dores de cabeça. Como te sentes no papel de administrador. É tão relaxante como ler poesia?
Paulo - Ufa! Uma verdadeira surpresa. Imenso trabalho de bastidores e muita preocupação misturadas com muita vontade de fazer coisas boas em prol de todos. Agora também tenho imensas saudades dos tempos em que apenas lia e debitava textos sem qualquer noção da vida de administrador e sem preocupações. Hoje dou muito valor a esses tempos pois já conheço os dois lados…

Trabis - Por falar em lados, foste o primeiro Luso-poeta que eu tive o prazer de apertar a mão! Também noto que apareces em todas as fotos de encontros literários. A vida é um prazer, não é?
Paulo - Todos os momentos são feitos de grande prazer. E alguns com grande orgulho. Conhecer as pessoas pessoalmente, reforça a união. No teu caso foi um grande prazer também. Poder estar com a pessoa que vive atrás do ecrã é magnífico.

Valdevinoxis - Tu és por natureza uma pessoa conciliadora, uma pessoa que tende a querer mediar situações. Já por várias vezes o vimos aqui no Luso. O que te parece que gera os desentendimentos ou melhor, o que achas que impulsiona algumas pessoas a terem relações difíceis com a harmonia? Como é que se gere isto?
Paulo - Uma pergunta difícil. Mas vou tentar ser objectivo. O problema é, de facto, sermos muitos e todos diferentes. Uns mais que outros, precisam de apoio, incentivo ou uma palavra de amizade. São as relações sociais do ser humano. Gerir é complicado e não sei se conseguirei, mas já aprendi muito com os Lusos e creio que a maior virtude é tentarmos entrar na pele do outro para perceber as razões, convicções etc. Nunca é fácil…

Rosa - Diz-me Paulo, o que significa verdadeiramente o Luso-Poemas para ti? Quais são no teu ponto de vista as suas virtudes e defeitos, de uma forma concreta.
Paulo - O Luso–poemas é uma segunda casa para mim e sinto os Lusos como uma família. As virtudes são muitas, pela variedade de estilos ou por ser um site diferente de todos outros desta área. Defeitos? Alguns. O facto de não termos alguma capacidade de gerir as diversas formas de opinião (critica geral) e de não conseguirmos expandir mais para outras culturas, nomeadamente a africana onde existem grandes poetas. Mas iremos conseguir com o tempo e a ajuda de todos Lusos.

Vera - A poesia é muito mal tratada e pouco divulgada. Se tivesses o poder de alterar isso, como o farias?
Paulo - Atacaria as bases. Mudaria a política da educação. Mudaria o apoio à cultura e criava outras opções de publicação, que permitissem termos mais acessos à leitura com, obviamente, baixos custos. Se pudesse, a poesia seria posta em outras condições, mais de acordo com os poetas da nossa história…

Trabis - E que dizes tu, Paulo, da história que os nossos poetas escrevem a cada dia? Achas comparável à dos nossos antepassados?
Paulo - De certa forma sim. Se pudermos modificar os métodos e actualizarmos os efeitos. Claro que sim. Mas o tempo o dirá quando um de nós merecer o justo destaque social e na literatura, pois no Luso-poemas há de facto grandes valores. Aposto fortemente em alguns nomes…

Vera - Que relação existe entre Paulo Afonso e as personagens que estão dentro dele?
Paulo - De cumplicidade. Tenho uma frase minha em que digo: “Escrevo…para libertar as personagens que não consigo Ser”. Em cada frase, em cada texto sai um pouco de cada personagem que habita dentro de mim. Por vezes confundo-me entre as personagens e o homem real do dia a dia que também existe e com muitos defeitos…

Val - Paulo, o que dizes é que tu és mais uma personagem, que te recrias na escrita? Se assim é, não tens medo de uma exposição demasiada, de neste processo de "mixagem", perderes a identidade? O facto de seres o autor não te deveria obrigar a um distanciamento em vez da colagem de que falas?
Paulo - Há uma liberdade criativa, por vezes inconsciente mas em que tenho necessidade que assim seja. Sem qualquer medo, assumo que por vezes não me reconheço no que faço através da escrita, mesmo que corra o risco de perder a identidade, faço-o na mesma. Quando escrevo, perco o medo, a vergonha e a conduta social. Criar é poder voar sem asas é ir e voltar sem preocupações com o ego ou com outra envolvente subsequente. Nessa altura o Eu pouco me importa. Simplesmente escrevo!

Rosa - Agora questiono o Poeta. Tens um texto (em prosa poética) com o título "Viagem". Que "Viagens" ainda queres realizar?
Paulo - Quero descobrir a viagem ao paraíso e por lá ficar os últimos tempos da minha vida. Estamos uma vida inteira a aprender. Como digo nesse texto: “A verdadeira viagem foi a vida… pelos anjos que encontrei” Esse tesouro é a minha maior riqueza, a fonte do meu sorriso diário e a esperança em conseguir viajar sempre. Viajar? Sempre, quer seja pessoalmente (adoro) ou através da escrita. O que importa é mesmo viajar...

Vera - O que mais te inspira quando escreves? Como chegas a um tema, como vives o processo criativo?
Paulo - Confesso que tenho uma forma pouco comum. Primeiro porque tenho o hábito, muito antigo, de pedir um título e só depois escrevo. É assim que chego ao tema. Vivo o processo criativo com grande emoção e prazer. Inspiro-me no momento ou na música e as coisas acontecem naturalmente. Fluem de dentro de mim em liberdade que por vezes nem tenho a consciência do resultado final.

Trabis - Tenho um título bom para ti: "Paulo". Conseguirás escrever esse poema? Agora? Em breves linhas? Deixa o tema fluir!
Paulo -

Um mistério recôndito
que o tempo vê passar
ele é o dito
que quer falar.

Espevito
sabe amar
quer viver em sociedade
em alegria constante
em liberdade
em cada instante.

Ele é um menino
que cresce em cada hino!

Val - No decorrer desta entrevista mantiveste uma postura que, podemos dizer, é politicamente correcta. Também nos apercebemos que não é uma máscara mas sim uma filosofia de vida. Quero que descoles um pouco dessa linha e que nos digas o que mais te desagrada no Luso. Qual o tipo de intervenção que não gostas mesmo? Quais são os pontos sobre os quais tomavas medidas drásticas? Que medidas?
Paulo - Não é fácil desviarmo-nos da nossa linha mas, nunca recuso um bom desafio. O que mais desagrada no Luso é a postura de alguns Lusos, que a criticam sem noção das realidades e só para aparecerem. As manobras de imposição, maioritariamente dissimuladas. Não pactuo com posturas provocatórias ou de “politica do umbigo”, ou seja, manifestamente egoístas.
Não gosto mesmo do tipo de intervenções “BOMBA” no fórum. Sem critério ou sem bases, só porque estão na corrente e deixam-se levar. E digo-o com o devido respeito por todos, obviamente. Nessas alturas tomaria medidas drásticas. Que medidas? Colocava-os como a outra parte, a parte de quem tem que resolver e em simultâneo agradar a todos para ver se conseguiam entender o quão é difícil gerir e fácil criticar. Só assim alguém poderia ter consciência poética para agir
Depois trocava opiniões com os visados e certamente melhorávamos todos. O Luso–poemas incluído.

Rosa - Para terminar não poderia deixar de te pedir uma mensagem para todos os Luso-Poetas. Que palavras nos ofereces Paulo?
Paulo - Uma mensagem de gratidão sincera. Porque todos Lusos (mesmo que não saibam) têm uma grande influência na minha vida e em especial no que escrevo. Porque desde que estou no Luso cresci como homem e na escrita. Criei um canal de amizades verdadeiras. Sinto que todos podemos crescer em conjunto, sem limites e com respeito pela personalidade de cada um. Que todos sejamos capazes de fazer um esforço em prol da poesia. Do Luso–Poemas. E que em Abril façam mais um esforço para estarem no 1º Encontro da Luso. Mostrem-se. Sorriam e a vida melhorará. Por favor, ACREDITEM!

sábado, janeiro 26, 2008

Projecto PÃO & POESIA

















IRAQUE EM GUERRA

Inferno que ilude
Recebe e dá… a dor
Amanhecer cor de fogo
Querer… sem amor
Uma criança que foge
E brinca de soldado…

Embalados em miras
Miras em movimento

Gente que morre
Um vento sofrido
Ecos de almas a partirem
Rostos de pânico
Rituais de um mundo perdido
Amor atingido… que morre!

domingo, novembro 18, 2007

Gente da minha terra - Marisa




É meu e vosso este fado (This Fado is both yours and mine)
destino que nos amarra (The destiny that unites us)
por mais que seja negado (No matter how much it is denied)
às cordas de uma guitarra (By the strings of a guitar)

Sempre que se ouve um gemido (Whenever one hears a lament)
duma guitarra a cantar (Of a guitar's song)
fica-se logo perdido (One is instantly lost)
com vontade de chorar (With a longing to weep)

Ó genta da minha terra (Oh people of my land)
agora é que eu percebi (It is now that I have perceived)
esta tristeza que trago (This sadness which I carry)
foi de vós que a recebi (Was from you that I received)

E pareceria ternura (It would seem a kindness)
se eu me deixasse embalar (If I left myself be soothed)
era maior a amargura (The greater the anguish)
menos triste o meu cantar (The less sorrowful my song)

Ó genta da minha terra (Oh people of my land)


Ó genta da minha terra (Oh people of my land)
agora é que eu percebi (It is now that I have perceived)
esta tristeza que trago (This sadness which I carry)
foi de vós que a recebi (Was from you that I received)

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Spanish Version:

Oh Gente de Mi Tierra

Oh gente de mi tierra
Ahora es que he percibido
Esta tristeza que trago
Fue de vos que recibí

Es mío y vuestro este fado
Un destino que nos amarra
Por mucho que sea negado
Por las cuerdas de una guitarra

Siempre que se oye un gemido
De una guitarra cantando
Uno se pierde de pronto
Con ganas de llorar

Y parecería ternura
Si me dejara embalar
Era mayor la amargura
Menos triste mi cantar

quinta-feira, outubro 18, 2007

O Domingo do Zé dos Pedais…

Espreitou pela janela e viu um sol brilhante, estava na hora de se levantar para poder aproveitar o dia. Olhou para o relógio, este marcava 7.09 era domingo…

…passou pelo campo de futebol lá da terra, para ver aquela arte executada por adolescentes e foi dos adultos que recebeu os piores exemplos, que da bancada gritavam nomes obscenos para o Senhor vestido de preto que tanto corria com invulgar necessidade de estar sempre perto da bola… seria a bola dele?...

…escolheu um cozido á portuguesa para saciar a fome, naquele restaurante familiar, foi-lhe servido como aperitivo uma pequena discussão entre os empregados e na espera percebeu que o stress das pessoas é capaz de criar situações inesperadas… quanto iriam cobrar por aquele aperitivo invulgar?...

…pela tarde decidiu ir ao cinema, ver o filme que o tio da amiga da prima que era vizinha da senhora da loja dos brinquedos tinha aconselhado. Um filme animado como eram aquelas crianças que o circundavam, a de trás que não parava quieta, as dos lados que não paravam de comer pipocas num barulho simpaticamente acompanhado pelas da frente que muito falavam entre si… porque não existiam legendas naquele filme de desenhos animados?...

… era noite e regressava a casa, perfeitamente fatigado de um dia em cheio, era sempre assim o seu dia de descanso… Zé dos Pedais era bastante conhecido e respeitado na sua terra natal, guardador de imprevistos e de rebanhos, amante das artes…

… Zé dos Pedais deitou-se, olhou para o relógio quando este marcava 21.18 estava pronto para viajar para o mundo dos sonhos… antes de adormecer ainda se ouviu dizer: - “Boa noite!”

domingo, setembro 30, 2007

Benfica - Sporting 29/07/2009 ( 0 - 0 )

Texto tirado da página oficial do Sporting Clube de Portugal, sobre os casos desse jogo:


29-09-2007
Carlos Freitas: “Árbitros estão a salvo de qualquer sanção”

O administrador-executivo da SAD verde e branca criticou duramente a arbitragem de Pedro Henriques na Luz. “As imagens são inequívocas e falam por si. Há dois penalties a nosso favor e há um penalty a favor do Benfica. Relativamente aos lances do Romagnoli e do Adu é obvio que é difícil julgar porque a aleatoriedade da decisão pode ser contemplada. Já não entra nesse capítulo a decisão que o árbitro decidiu anular quando recebeu a indicação que recebeu do árbitro assistente. Isto numa semana onde houve um árbitro que tomou a decisão por indicação de um árbitro assistente, por um lado, agora aconteceu precisamente o contrário. Os critérios são altamente preocupantes. A fase em que a arbitragem vive não é seguramente a mais positiva. A imagem que deixa a cada jogo não é seguramente a mais positiva. É chato que o Sporting seja sistematicamente alvo destes problemas de interpretação. Já aconteceu assim com a Lei 12 e ainda hoje penso que estão a discutir entre eles aquilo que ao abrigo do International Board é claríssimo como água sobre o atraso deliberado. A nível interno continuamos à procura de uma decisão”, vincou.

Segundo Carlos Freitas, “os árbitros estão salvo de toda a qualquer sanção e são os únicos que gozam da impunidade que se sabe. O seu dirigente máximo entende defendê-los e resolve o problema com um pedido de desculpas e a caravana passa. Há uma coisa que não irá servir que é para a decisão ser tomada, nem vai ser decisiva para que a qualidade da arbitragem melhore, seguramente”, revelou.

O dirigente da SAD do Sporting indicou, por outro lado, que não são as novas tecnologias ao serviço dos árbitros que poderão alterar o actual estado de coisas. “A solução é denunciá-la, porque quando se fala que o problema passa pela tecnologia, os meios estão aí, anuncia-se a vinda de meios e as decisões continuam a ser alvo de fortes erros. Continuamos sem representantes a nível de arbitragem nos maiores certames mundiais em termos de selecções”, expressou, salientando que os erros no derby prejudicaram o Sporting. “Jogámos contra uma equipa bem orientada, que tem bons jogadores, que fez o seu jogo, mas existiram lances capitais que motivam esta indignação”, sustentou.

Texto: Sandro Baguinho

sexta-feira, setembro 21, 2007

Christopher Cross Sailing Live


Well, it's not far down to paradise, at least it's not for me
And if the wind is right you can sail away and find tranquility
Oh, the canvas can do miracles, just you wait and see
Believe me

It's not far to never-never land, no reason to pretend
And if the wind is right you can find the joy of innocenceagain
Oh, the canvas can do miracles, just you wait and see
Believe me

CHORUS:
Sailing takes me away to where I've always it could be
Just a dream and the wind to carry me
And soon I will be free

Fantasy, it gets the best of me
When I'm sailing
All caught up in the reverie, every word is a symphony
Won't you believe me?

CHORUS

Well it's not far back to sanity, at least it's not for me
And if the wind is right you can sail away and find serenity
Oh, the canvas can do miracles, just you wait and see
Believe me

CHORUS

sábado, setembro 15, 2007

P.O.W. - Alicia Keys


P.D.P.

Eu sou um prisioneiro
Das palavras não-ditas
Apenas solitários sentimentos
Trancados na minha cabeça
Eu me prendo mais e mais
Toda vez que eu fico quieto
Eu devo começar a falar
Mas eu paro e permaneço em silêncio
E agora eu tenho feito
Minha própria prisão de palavras não-ditas

Eu sou um P.D.P.
Não um prisioneiro de guerra.
Um prisioneiro de palavras
Como um soldado
Sou um lutador
Ainda somente um fantoche
Na maior parte eu digo somente
O que você quer ouvir
Você poderia agüentar se eu fosse claro?
Ou você prefere me ver
Apedrejado na droga da complacência e do acordo
M.I.A.
Acho que é o que sou
Raspando esta terra fria
Por um pedaço de mim mesmo
Por um pedaço de mim mesmo

Seria mais fácil se você me pusesse em uma jaula
Se me trancasse
Eu teria alguém pra culpar
Mas essas barras de aço fui eu quem fez
Elas cercam minha mente
E têm me chacoalhado
Minhas mãos estão presas atrás das minhas costas
Eu sou um prisioneiro do pior tipo, de fato
Um prisioneiro do compromisso
Um prisioneiro da compaixão
Um prisioneiro da bondade
Um prisioneiro da expectativa
Um prisioneiro da minha juventude
Correndo bastante rápido para estar velho
Esqueci o que eu tinha dito
Não é uma vista pra contemplar?

Um prisioneiro da idade que morre pra ser novo
Para a minha cabeça ser minha mão com uma arma
E está frio e está difícil
Porque não há por onde fugir
Quando você prendeu a si mesmo
Por segurar sua língua

Eu sou um prisioneiro
Das palavras não-ditas
Apenas solitários sentimentos
Trancados na minha cabeça
É como um solitário confinamento
Toda vez que eu fico quieto
Eu deveria começar a falar
Mas eu paro e fico em silêncio
E agora eu fiz
Minha própria cama dura
Dentro da prisão das palavras não-ditas

P.O.W. - Alicia Keys

domingo, agosto 19, 2007

OLHEI-TE BEM (em video)


Poema: in Vinte e Cinco Minutos de Fantasia de Paulo Afonso
Vídeo: in Celtibério

domingo, agosto 12, 2007

Super Taça Cândido de Oliveira 07/08

FC PORTO-SPORTING, 0-1
O Sporting conquistou o segundo troféu oficial consecutivo.

Golaço de Izmailov dá vitória ao Sporting

O Sporting venceu o FC Porto por 1-0 e conquistou, pela sexta vez, a Supertaça Cândido de Oliveira, o primeiro troféu oficial da época, em jogo disputado hoje no Estádio Municipal de Leiria. O russo Izmailov foi o autor do golaço que deu a vitória aos leões.

sexta-feira, agosto 03, 2007

sexta-feira, julho 27, 2007

segunda-feira, julho 23, 2007

Corpo...


Corpo

O meu corpo sofre, tem angustias de solidão e quimeras de ausência… o meu corpo chama por o amor e pede para sorrir.
É apenas mais um corpo que busca o que precisa, que anda perdido, que é uma fonte de essência sem o ser…
O meu corpo chora, não de tristeza nem tão pouco de amargura, chora de loucura por não conseguir fugir aos reflexos do tempo e as mazelas da sociedade.
O meu corpo é a imagem de tantos corpos, é a prisão do meu poder e da milha ilusão!
Quando o meu corpo morrer, queimem a minha alma se a encontrarem…

terça-feira, julho 10, 2007

sábado, junho 16, 2007

Um dia você aprende

Este texto nunca foi de Shakespeare. É um poema da autora norteamericana Veronica A. Shoffstall e Judith B. Evans.




(Some credit Shakespeare; however, authorship is disputed between Veronica A. Shoffstall and Judith B. Evans.)

quinta-feira, junho 07, 2007

A Vida - Crónica da Semana

Crónica da Semana


A VIDA

A vida não pára, a vida é feita de uma constante evolução, em termos pessoais e no contexto social em que estamos inseridos, e essa é uma oportunidade dos tempos modernos que proporciona grandes vantagens e em que o seu acompanhamento é prioritário.

Mas, nem sempre conseguimos corresponder a esse chamamento interior, que é projectado para o nosso exterior, então, é sensato sabermos reconhecer as nossas limitações, sejam elas, físicas ou intelectuais e assim adquirirmos consciência da nossa verdade da vida, (é que o tempo não perdoa) para podermos enquadrar-nos nas novas realidades.

Perceber os domínios em nosso redor é aceitar a evolução. Colaborar de uma forma directa ou indirecta com essa realidade é um acto de coragem e de inteligência, que demonstra plena consciência do nosso passado, aceitação do nosso presente e visão do futuro.

Todos nós já fomos mais novos e ainda seremos mais velhos, podemos e devemos avaliar as experiências do nosso percurso e relembrar as emoções que nos causaram, separando-as e transmitindo as mais positivas, como se de um legado se tratasse.

Devemos reconhecer os mais velhos que cuidaram dos nossos momentos na juvenilidade e assim, poderemos dar o mesmo contributo de uma forma melhorada, porque a vida não pára.


Nota adicional:

Os sinónimos de Vida são:
Existência, Actividade, Comportamento, Profissão, Ocupação, Emprego (palavra relacionada), Carreira, Animação, Vitalidade, Vigor, Energia, Espírito, Alento (palavra relacionada), Causa, Origem, Essência e Progresso.

domingo, junho 03, 2007

youtube

A maioria dos filmes deste blog são retirados de: www.youtube.com

A Brasileira Sónia tenta dizer o nome do site e não consegue: